Dúvidas Frequentes

Porque existem diferenças nas tonalidades das cores?

Papel - utilizado para impressão e prova

Imagine que a prova de prelo ou prova digital, foi feita em um determinado tipo de papel.

A impressão do trabalho provavelmente será feita com outro lote. Ainda que seja o mesmo fabricante, ou classificação (offset, couchê, triplex, duplex), esses papéis poderão apresentar diferenças de tonalidade e brilho, o que altera o resultado das cores, pois o papel é o “BRANCO” do impresso e nele consiste a base de início das cores.

Fator de correção, também conhecido por Perfil ICC

Através de softwares específicos e impressoras adequadas é feita uma “simulação” do resultado da impressão offset. O resultado obtido, pode ser bem próximo ao resultado da impressão, mas não é exatamente igual, pois o fator de correção é uma simulação.

Cada máquina offset produz um resultado. Ao microscópio, o resultado de cada máquina é individual, tal como, a biometria humana. Cada máquina produz um “ganho de ponto”, uma distorção da imagem e uma abertura do papel. Essas diferenças são imperceptíveis aos nossos olhos, porém, no trabalho final, após a impressão de todas as cores sobre o papel, podemos perceber facilmente nuances de cores e tons diferentes entre o mesmo impresso, realizados por máquinas e gráficas distintas.

Para alguns clientes, essas diferenças são confundidas como falta de qualidade ou defeito do produto, provocado pelas gráficas que "tentaram" reproduzir um trabalho, o que demonstramos não ser exatamente verdade. Por mais moderna que seja uma gráfica, o processo offset não é uma ciência exata e dessa forma o perfil ICC genérico, mesmo fornecido pelas melhores empresas, não se aplica com perfeição ao mundo real.

Tintas

Cada fabricante de tinta offset possui seus fornecedores de matéria prima, com determinado tipo de moagem e determinadas especificações, para que sua tinta seja ligeiramente melhor ou ao menos, tenha um diferencial em relação aos demais fabricantes. Sendo assim, as tintas não são exatamente iguais.

Existem fabricantes em que a mesma cor sofre pequenas distorções, em lotes diferentes. A “culpada”, segundo os fabricantes, é a matéria prima usada na fabricação das tintas.

Como itens fisicamente e quimicamente tão diferentes, podem reproduzir cópias em idêntica cor? Resposta: Não podem! No máximo se aproxima, aos olhos humanos.

Como controlar isso? Da mesma maneira que o papel, para que a prova de cor seja fiel, teríamos que usar a mesma tinta e ainda assim, de um mesmo lote. Tanto para prova quanto para a produção do material. E isso normalmente não é possível.

Tabela PANTONE©

Definitivamente é um mito, acreditar que a tabela PANTONE© é absoluta e infalível e que a gráfica tem obrigação de reproduzir com extrema fidelidade.

A verdade é: por mais que as tabelas PANTONE© originais, sejam impressas sob condições controladas e o mais próximo possível de uma situação ideal, há diferenças de tons entre cores de tabelas, impressas em lotes diferentes.

Portanto a Tabela PANTONE©, não é absoluta. Ela é um parâmetro que não pode ser desprezado, mas fica evidente que não é possível exigir fidelidade absoluta.

É comum o cliente usar uma tabela PANTONE©, escolher uma determinada cor, e depois se queixar da cor resultante em um trabalho. Mesmo formulada em um laboratório, uma leve diferença será com certeza verificada no impresso, em comparação a qualquer tabela PANTONE©, mas isso não pode ser caracterizado como um defeito. Pior quando o cliente escolhe a cor PANTONE©, no monitor de seu computador, chega a ser cômico.

Monitor x Prova de cor x Offset

Monitor, impressora de prova e impressora offset. São coisas diferentes. O Monitor de vídeo, usa o padrão de cores RGB, ou seja, combina entre vermelho, verde e azul, para obter todas as cores, desde o preto até o branco. Além disso, ele emite e refrate a luz. As impressoras de prova, normalmente usam de seis a oito cores como bases, para formar as demais. Seu sistema de impressão pode ter precisão de µ (microns), a cor do impresso é perceptível apenas por refração, pois o papel não gera luz (pelo menos até hoje…). Já na impressão Offset, as imagens “coloridas” são formadas normalmente pelo padrão CMYK, ou seja, quatro cores básicas. Através da sobreposição de pontos de reticula, é feita a ILUSÃO para que o olho humano perceba as cores e as imagens. As cores e imagens são formadas por pontos de grande dimensão, se comparados com a escala de µ (microns). CMYK indica que foram usadas as cores: ciano, magenta, amarelo e preto. Como coisas tão diferentes poderiam resultar em cores exatamente iguais. Não podem! Faça o teste: Altere o brilho e a saturação de seu monitor. As cores mudaram! Assim não há como o cliente verificar cores em seu monitor e depois comparar com um impresso. As cores do monitor não são as mesmas que servirão de parâmetro para a impressão em gráfica. Portanto a base real das cores é o offset e não o monitor.

Luz de análise

Outro importante fator para diferenças em cores é a luz de análise. Observar cores sob fontes de luzes diferentes, resultam cores diferentes. Vamos exemplificar luzes diferentes como: Luz natural (sol), Luz fluorescente tubular, luz incandescente, luz eletrônica amarela, vapor metálico, vapor de sódio. Cada um desses tipos de fontes de luz, emite luz de comprimentos diferentes, portanto veremos cores ligeiramente diferentes. Existe a luz mais adequada para cada aplicação, inclusive a mais apropriada para análise de cores.

Secagem e oxidação das tintas

Um impresso não sai do offset completamente seco. A tinta offset leva tempo para oxidar e fixar definitivamente ao substrato (papel). Assim que a impressão é realizada existe um brilho vivo e reluzente. Uma vez que a tinta comece o processo de oxidação esse brilho sofre ligeira degradação. Um modelo fornecido pelo cliente ou mesmo a prova, poderá não ser reproduzida com fidelidade absoluta de cores, uma vez que a cor durante a impressão (aquela que o impressor vê) sofrerá uma alteração natural durante a secagem da mesma.

Alteração de cores por acabamento (plastificação, verniz, BOPP)

O processo de plastificação com polietileno ou aplicação de Bopp é feito a quente. A alta temperatura em que esse material é fundido ao papel, somado com a cor da película, altera sensivelmente a cor do impresso. Um vermelho vivo, se torna apagado ao aplicar BOPP fosco. Portanto o controle de cores, para impressos que irão receber qualquer tipo de cobertura não é preciso. O resultado pode ser muito diferente daquele esperado pelo cliente. É comum os clientes, mesmo agências de propaganda, não considerar esse fator e se surpreenderem negativamente, com o resultado do trabalho.

Produtos Personalizados

Variação de quantidade na entrega

Poderá ocorrer diferenças entre as quantidades solicitadas e as produzidas (até 15%), sendo assim sempre sera cobrado o total entregue ao cliente.

Despesas acessórias

Quando houver necessidade de confecção de facas, clichês ou outros acessórios, serão cobrados à parte.

Frete (FOB)

O custo do transporte ocorrerá por conta do cliente, será realizado cotação do frete e o valor do mesmo será incluso na nota fiscal.

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